No próximo ano, completo quinze anos de término do segundo grau. Naquele 1997, ainda chamávamos as séries do segundo grau de “ano científico”, resquícios da influência dos pais que assim as chamavam em suas épocas de estudante. E eu lá, nos bons tempos, de boina vermelha na cabeça e vestindo calça garanza, cheio de dúvidas sobre a profissão que viria a seguir: economia, direito, carreira militar, psicologia ou arquitetura? Acabei decidindo pelas ciências econômicas e, até agora, não me arrependi e, querendo Deus, nunca virei a me arrepender.