Graças aos meus dois anos de experiência em sala de aula, pude desenvolver uma teoria que reporta aos males mais comuns de hoje em dia. De acordo com pesquisas feitas durante as aulas, uma forma, inclusive, de descontrair e acordar alguns alunos pouco interessados em aulas de economia, constatei que não menos que 60% daquele universo ao qual me reportava sofria de, pelo menos, um desses problemas: Refluxo Gastresofágico (RGE), Condromalácia Patelar e Ovários Micropolicísticos. Eu, para não fugir à minha própria regra, sofro do primeiro, e, atualmente, depois de um bom tempo sem lembrar-me dele, estou em crise. Tendo em vista que hoje é sexta-feira e que cerveja é uma das coisas a se evitar quando o assunto é Refluxo, mormente nos momentos de crise, lembro do post do último dia 14, intitulado “Desde que Gelada”. Ao final deste, mencionei que não via a hora de chegar a sexta-feira e nela me esbaldar com alguns goles de uma pilsen (meu tipo preferido). E agora me encontro num dilema: fico em casa para não correr o risco de novos acessos de tosse noturna provocados pela ingestão de bebida alcoólica (mesmo que de forma social) ou aproveito a sexta-feira, afinal não sou de ferro, para uma boa dose de conversa informal seguida de taças brindadas? Antigamente, quando já sofria desse mal crônico, eu realmente acreditava que “tomar umas” me curaria do RGE. Hoje, mais amadurecido, e, portanto, mais “medroso”, penso sempre duas vezes antes de tentar, mais uma vez, testar essa tese sem qualquer comprovação científica. Falei (escrevi) que penso duas vezes... contudo, apesar das duas “pensadas”, acabo apelando para a cura através do Saccharomyces Cerevisiae, o fungo, ou a levedura, utilizado na produção da cerveja. Um dia pode dar certo!!