Lentamente, como que por obrigação, pronuncio o nome daquela tradicional cidade portuguesa e, ao pronunciá-la, uma lufada de memória fora lançada pela vitrola a arranhar os dizeres “Coimbra do choupal, ainda és capital do amor em Portugal, ainda...”. Esse sim é o som da minha infância, a velha infância entornada pelo terno de linho branco e pela gravata borboleta escarlate. A velha infância entoada por Roberto e Erasmo Carlos. E como me distraio.