De pouco em pouco pensando, concluí que meu limite é estratosférico. Creio que todos têm sua própria “tampa da panela” para as preocupações, chateações, frustrações... é mais ou menos como o nível do “agora eu enlouqueço ou jogo tudo pra cima”! De ante-mão pedindo desculpas pelos maus modos, é nessas horas que me vem à mente o “botão do fôda-se”. Ai essa palavra libertadora – pequena, mas poderosa! Tão bom se existisse, ali, atrás da porta do quarto, o mágico botão... seria apertar aquele círculo no exato ponto onde estivesse escrito “F” – em letra garrafal vermelha – e... “fôda-se” o stress, a dúvida, a angústia e o pensamento que martela o cérebro com requintes de crueldade, tortura chinesa. Não estou falando em anarquia e nem em carnificina... não quero pegar um fuzil ou uma escopeta e sair a la Michael Douglas pelas ruas. Só preciso de um botão capaz de eliminar instantaneamente tudo que há de ruim na cabeça.